quinta-feira, 9 de junho de 2011

Busca

Pausa, pousa a mão em minha vida
Deita, sê parte de mim, dos meus
Vem, faz-me encontrar meu próprio eu
Vai, eu te busco onde quer que for

Enxurrada que arrasta vidas
Vidas que resgatam outras
Gentes perdidas
Eu quem? Eu onde? Eu por que?

Pensa, senta aqui assim tão bela
Pousa, pássaro belo que és sem asas
Cala, fala em beijos e mãos
Sinais, amarelo, verde, seguir

Tempestade que impede saída
Saída que pede bom tempo
Eu perdido em ti
Eu buscando a ti, em ti, por mim

8 comentários:

  1. Belo, meu caro, muito belo.

    abraço!

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  2. "Tempestade que impede saída
    Saída que pede bom tempo
    Eu perdido em ti
    Eu buscando a ti, em ti, por mim..."

    Para um Engenheiro, tu tá se saindo um ótimo Escritor! rsrs...

    Deixo um beijo com sorriso...

    M.C.L.M

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  3. Saibas que: saídas sadias são sábias buscas, sabias?!

    "O cálculo chega ao resultado!"

    :o)

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  4. Buscas eternos caminhos...um beijo grande e boa semana.

    Carmen.

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  5. Ivan, tão bonito. Palavras tão ternas :) Com tanta vida, tanto desejo, tanta pulsão.
    beijos

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  6. Sempre bom passar por aqui!

    Beijo,
    Doce de Lira

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  7. Nossa vida é, então, uma eterna busca!

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