segunda-feira, 12 de abril de 2010

Do amor que se vai

O que é pior quando o amor se vai? Ah, esse balancete não fecha, não. Não fecha e não fechará nunca. Quando um amor se vai, tudo é ruim, e do que é ruim, tudo é pior.
Obs.:
Este aforismo surgiu de uma postagem do Bichodesetecabeças, da Gê (http://www.bichodesetecabecas-ge.blogspot.com/), e de um comentário meu. Leiam lá.

3 comentários:

  1. Polly, você não tá mole, né? (rs...) Gosto disso. Continue atentada a atentar, que é ótimo você aparecer, ler e comentar. Nossa, rimou! (rs...)

    Tá bem, lá vai, pela definição do Dicionário Aulete Digital e depois a conotação dada, já que Empirismo Vernacular também é, às vezes, cultura.

    (ba.lan.ce.te) [ê]

    sm.
    1 Cont. Balanço parcial das finanças de uma empresa, resumo do balanço geral ou anual.
    2 Fig. Cálculo, avaliação.
    3 Cont. Levantamento dos saldos credores e devedores de uma empresa.

    [F.: balança + -ete.]

    Agora, na conotação presente, metaforicamente falando, a empresa seriamos nós (seres humanos ou pretensamente assim pensamos) e as finanças seriam os sentimentos (amor, ódio etc.)

    Depois te mando a conta, em chope, não em missa! (rs...)

    Beeeeeeeeeeeeijo.

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  2. AHH...então realmente, esse balancete nunca fecha!
    Vc sabe, Ivan, que adoro tudo por aqui, né?
    E esse chope que nao sai.

    beijo carinhoso,
    P.

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